sexta-feira, 7 de junho de 2013
Amarelinha (parte 2)
Paulo Machado de Carvalho, idealizador da pretensa e ingênua desordem, era um advogado paulistano e empresário que enveredara pelo mundo da comunicação. Em 1931, aos 30 anos, fundou a Rádio Record – onde participou da produção do primeiro jornal falado da rádio em companhia do jornalista e também empresário Assis Chateubriand -, a Associação das Emissoras de São Paulo, a Rádio Panemericana, depois Jovem Pan, e, três anos depois da chegada da televisão ao Brasil, em 1950, inaugurou a TV Record.
Enfim, aos 57 anos, Machado de Carvalho, já era um dos mais importantes empresários da área de comunicação do país. Quando se distanciava dos negócios das rádios e tevês, o cidadão Paulo Machado de Carvalho passava parte de seu tempo envolvido com o futebol, particularmente com o São Paulo, time no qual passou de torcedor a presidente.
Mas um fato em particular fez com que o prestígio do empresário-dirigente esportivo fosse às nuvens: o papel decisivo desempenhado por ele, em 1942, na contratação junto ao Flamengo de Leônidas da Silva, artilheiro da copa de 1938, na França, com sete gols.
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| Leônidas da Silva |
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Cleiton Xavier, um goleador na Ucrânia
O meia Cleiton Xavier - ex-Internacional, Palmeiras e Figueirense - está no Metalist Kharkiv há três anos, e o presidente do clube nem quer escutar a chuva de ofertas pelo jogador brasileiro,Cleiton Xavier que foi fundamental para o time se classificar pela primeira vez para a Liga dos Campeões.
Urucubaca no futebol português
A temporada do Benfica era de uma beleza sem igual. Fazia a torcida inteira, mesmo aquele sujeito que nunca deu bola para o futebol, estufar o peito e afirmar com a convicção de quem estava diante do padre: “Eu sou Benfica desde criancinha”!
Em três semanas terminaria uma maratona de jogos atípica, muitos de temperatura escaldante, o que deixava grande parte do elenco deixar a cabeça tombar sobre o prato de bacalhoada quando chegava em casa. Era um time aguerrido de fazer inchar o orgulho da torcida.
Tudo caminhava para um final iluminado para os torcedores do Benfica se não fosse um leve tropeço no dia 11 de maio. Aconteceu no Campeonato Português. O Benfica estava invicto até a penúltima partida. Então foi enfrentar o Porto, que também estava invicto, mas dois pontos atrás do adversário.
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| Jorge Jesus, técnico do Benfica |
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Muricy, nervoso, bota a boca no trombone
O técnido Muricy sempre agiu corretamente com os clubes em que trabalha. Mas a demissão por telefone, como aconteceu com o Santos, ele não engoliu.Muricy
Maldita noitada
Jorge Henrique ficou quatro anos no Corinthians. Ganhou cinco títulos defendendo a equipe. Começou no Náutico e foi subindo a escada até ser contratado pelo Corinthians. Os colegas do futebol dividiam opiniões ao julgar o meia: uns o consideravam um guerreiro e outros como o cara mais irritante da história do futebol brasileiro. Tudo ia bem quando o campeão do Mundial de 2012 esbarrou numa noitada. O técnico Tite não quis saber de conversa. E o carioca de 31 anos foi vendido para o Internacional de Porto Alegre.Jorge Henrique
terça-feira, 4 de junho de 2013
Neymar vai ao Camp Nou
Neymar chega em festa no estádio Camp Nou, em Barcelona, diante de mais de 50 mil pessoas, e diz que não pensa em ser o melhor do mundo porque já está ao lado de Messi, com quem só quer aprender os mistérios do futebol.Neymar
Série Copas (parte 1) Amarelinha
O blog "A Bola é uma História" inicia hoje uma série de textos sobre as Copas do Mundo. Nos próximos dias virá a segunda parte dessa história.
Futebol brasileiro perde brilho e agora corre para retomar a magia
Seleção derrota o “complexo de vira-latas”
Paulo Machado de Carvalho, o chefe da delegação brasileira, acordou inquieto naquele dia, obcecado com uma ideia que não lhe dava sossego havia dias. E na primeira oportunidade chamou o massagista Mário Américo para uma conversa:
- Negrinho, eu quero essa bola.
A bola era a da final da Copa do Mundo de 1958, na Suécia, decisão que seria disputada naquele domingo, 29 de junho, entre a seleção brasileira e a equipe dos donos da casa. Pelas regras do futebol caberia ao juiz, depois de trilar o apito, colocar a bola debaixo do braço e deixar o campo, acompanhado dos auxiliares e policiais encarregados da segurança dos árbitros.
A cena sempre se repetia. E desde 1930, quando começou o campeonato mundial entre seleções nacionais, tinha sido assim. Mas o chefe da delegação brasileira pensava diferente: como o Brasil ganharia o jogo, tinha certeza, nada mais justo que o país ficasse com a bola.
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| Didi, o maestro da seleção brasileira de 1958 |
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Neymar corre para se igualar a brasileiros do Barça
Neymar começa a correr contra o tempo para mostrar que pode ser o melhor do mundo vestindo a canisa do Barcelona, como fizeram Romário, Ronaldo, Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho. Mas terá que ser muito veloz para que isso aconteça ainda nete ano e tentar reunir as qualidades dos outros craques.Neymar
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| Neymar está no clube espanhol onde brilharam os brasileiros |
sábado, 1 de junho de 2013
Caxirola, a esquecida
A caxirola veio ao mundo pelas mãos do músico baiano Carlinhos Brown. Subiu a palcos, fez farra, chacoalhou-se à vontade e recebeu até elogios da presidente Dilma. A caxirola surgiu para algazarrar a festa, como a vuvuzela fizera na Copa da África.
A Fifa tratou logo de transformar o instrumento em produto oficial da Copa das Confederações deste ano e da Copa do Mundo de 2014. E a estreia do chocalho - inspirado no caxixi, chocalho de palha trançada do berimbau - aconteceu na terra de Brown no jogo entre Bahia e Vitória no fim de abril.
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| O músico Carlinhos Brown exibe um time caxirolas |
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